Sacola Multi uso decorada em feltro, feita por mim. Encomenda para um amigo querido.
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domingo, 22 de novembro de 2015
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Jogo Numérico - Fundo do Mar
Jogo elaborado por Juliandra e Elisângela, como atividade avaliativa do curso das Agentes Educacionais. Um jogo para as crianças aprenderem a contar e associar a quantidade ao número. Tapete em feltro e tartarugas em EVA. A criança joga o dado e o número que cair para cima, é a quantidade de filhotes de tartaruga que ela tem que colocar no fundo do mar. Para crianças maiores, utiliza-se dois dados e assim eles somam os dois(1 a 10) para crianças menores, utiliza-se apenas um (1 a 5).
sábado, 4 de outubro de 2014
Jogo das sombras - Animais
Dia 04 de outubro, comemora-se o Dia dos Animais. E confeccionei este Jogo das sombras para trabalhar com as crianças. Também pode ser utilizado para trabalhar Meio Ambiente.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Borboletas - Com rolo de papel
Borboletas confeccionadas com rolo de papel higiênico, EVA, tinta guache e papeis coloridos. Ideal deixar que as crianças pintem os rolinhos e colem suas asas, para levarem como lembrancinha no Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho) ou no Dia Mundial dos Animais (04 de outubro).
segunda-feira, 19 de março de 2012
Você sabia?
O canto do acasalamento das baleias
As baleias-jubarte vivem em águas profundas ao redor do mundo. Por estarem tão no fundo do mar, onde não há luz na maior parte do ano, elas se comunicam principalmente pelo som. Yvonnick Le Pendu, professor de comportamento animal da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), conta que a parte mais curiosa dessa vocalização é o canto. “Os machos, no período reprodutivo, fazem uma espécie de canto que, apesar de ser igual para todos os indivíduos, muda a cada ano”, conta ele.
A cantoria realizada pelos machos da espécie serve para chamar a atenção das fêmeas no período de acasalamento, mas não se sabe ao certo por que eles mudam a melodia todos os anos. “Possivelmente, a inovação seja também um fator atrativo para a fêmea”, relata Le Pendu.
Vamos ver quem desiste primeiro?
O gato é um animal solitário e temperamental. Há dias em que ele se apresenta mais sociável para brincadeiras e carinhos com o dono ou com outros gatos e dias em que ele está com mais vontade de ficar sozinho e isolado. Um aspecto curioso da comunicação felina pode ser observado quando dois gatos se encontram pela primeira vez.
Segundo a especialista em comportamento de cães e gatos Ceres Faraco, dois gatos podem passar mais de 15 minutos se encarando sem emitir um som, completamente parados. Isso seria um modo de tentar entender se o outro é uma ameaça, quase como quem diz “sai daí!” e ouve um “sai você primeiro!”.
Alfabeto da cabeça aos pés (e à cauda!)
Cães são bem mais sociáveis do que gatos e, portanto, apresentam mais aparatos de comunicação. “Eles têm quase um ‘alfabeto’, a gente pode dizer, que vai do movimento das orelhas até o rabo. Todos os movimentos do corpo do cão podem ser sinais aos companheiros”, descreve a especialista em comportamento de cães e gatos Ceres Faraco.
Um exemplo é a posição das orelhas como sinal de alerta, comportamento bem conhecido dos criadores. Outra questão - essa bem mais curiosa - é que os cães são - ao lado dos cavalos - um dos poucos animais que leem a linguagem facial humana. Isso permite que, se o dono está triste, o cachorro entenda esse sentimento e imite a expressão do amigo humano.
O bocejo também é algo curioso na simbologia canina. O que nos seres humanos é frequentemente interpretado como sinal de tédio ou fadiga, para os cães é sinal de desconforto. O cão boceja também em situações de estresse. “O dono tem que olhar para o animal considerando o contexto”, explica.
Quem está chorando?
O que você faria se alguém arrancasse você da sua casa, repentinamente? Choraria, claro! É o que ocorre com um certo peixe quando é retirado do seu habitat com uma vara e um anzol.
O Mandi-Chorão, peixe comum em várias regiões do Brasil, emite um som que se parece com um choro. É claro que esse choro, diferente do humano, não é de lamentação. Ainda não há um estudo que comprove exatamente a função dessa comunicação feita pelo Mandi-Chorão, mas, segundo o biólogo e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Alexandre Godinho, essa pode ser uma forma de avisar aos outros do cardume sobre o perigo.
Para avisar que o perigo se aproxima
Primatas, em geral, utilizam vocalizações (gritos) em várias situações. Por exemplo, há algumas espécies que avisam com gritos específicos quando seus predadores (aves de rapina, leopardo ou cobras) estão se aproximando.
Segundo a professora do departamento de biologia animal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Eleonore Setz, os primatas também se comunicam pelo cheiro. “Eles usam o odor para reconhecer outros indivíduos da mesma espécie, qual seu sexo, sua condição reprodutiva e até mesmo identificando grupos”, explica.
Esse cheiro é de quem?
O porco-do-mato, também conhecido por outros nomes - como caititu ou pecari, dependendo da região do Brasil - é um mamífero que vive em parte da América Latina. Eleonore Setz, professora do departamento de ecologia animal da Unicamp, conta que eles têm uma comunicação ampla pelo cheiro.
Parecido com o exemplo dos primatas, o porco-do-mato também usa esse artifício como forma de reconhecimento de território e grupo, hierarquias (quem é o líder?), para distinguir o sexo do outro indivíduo e qual sua condição reprodutiva (se em período próprio ou não).
Que conversinha é essa?
Como grande parte dos animais, as formigas também usam o cheiro como forma de delimitar território e identificar seu grupo. Mas esses pequenos bichos também se comunicam de uma forma que você nunca imaginaria: por som.
“Usando suas mandíbulas, elas batem fortemente uma na outra – geralmente, sinal de alerta”, explica o pesquisador do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Odair Correa Bueno. Ele completa dizendo que, em outros grupos, elas batem a parte posterior do abdômen (chamada de gáster) na superfície em que estão em sinal de alerta para os companheiros ou para assustar inimigos. “Se colocarmos uma iça (rainha das saúvas) próximo ao nosso ouvido, vamos perceber o som”, conta Bueno.
De mãe para filhote
Os golfinhos que chamam de Flipper, bem comuns na costa brasileira, são bonitinhos até na hora de se comunicar. Eles emitem sons elaborados, alguns até parecem assobios humanos. Cada grupo tem o seu “código”, e isso também serve como identificação de membros da mesma comunidade.
Há alguns sons que são emitidos exclusivamente por fêmeas quando estão falando com filhotes (os seus ou o de outras fêmeas). Segundo a pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Lilian Sander, elas usam esse artifício para passar ensinamentos aos pequenos ou para chamá-los para perto quando há perigo iminente.
Dança da comemoração
As abelhas que produzem mel não são a única espécie que temos na América. Há também outras importantes para a polinização de plantas e consequente proliferação de várias espécies. Mas as abelhas de mel têm um sistema de comunicação bem mais complexo. Um bom exemplo disso é a forma como avisam os companheiros de colmeia que encontraram comida.
O pesquisador do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Unesp Odair Correa Bueno conta que, quando uma abelha encontra alimento, volta para o grupo e faz uma espécie de dança para chamar a atenção das outras e avisar em que distância, direção e quantidade encontrou. “Se dançar devagar e pouco tempo, significa que a fonte não é muito grande, mas se estiver muito agitada e dançando por longo tempo, implica em fonte melhor”, descreve.
Aprendendo a caçar
Assim como os golfinhos Flipper, as orcas (conhecidas também como baleias assassinas) se comunicam com os filhotes por meio do som, do contato e do exemplo. Esse animal tem uma técnica interessante de caça, que consiste em encalhar o próprio corpo na areia para buscar presas. A mãe orca ensina o filhote a fazer isso.
Lilian Sander, pesquisadora da UFRGS, conta que as mães, nas primeiras vezes, encalham os próprios filhotes e depois ensinam os pequenos a desencalhar. Isso tudo pelo contato. Isso é uma cultura passada de geração para geração.
Fonte: http://www.terra.com.br/noticias/educacao
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Pela 1ª vez, cientistas misturam embriões para criar primata
Por um lado, os macaquinhos Roku, Hex e Chimero, trazidos ao mundo por cientistas da Universidade de Ciência e Saúde do Oregon (EUA), são um triunfo da biotecnologia. Derivam da fusão de seis embriões diferentes --nunca um primata tinha sido criado por esse princípio.
Por outro lado, os filhotes são prova dos muitos limites que os cientistas ainda enfrentam nesse campo.
Misturar seis embriões foi uma espécie de apelação, porque as técnicas mais comuns --e mais úteis-- para produzir mamíferos "misturados" não davam certo.
"O trabalho, no fundo, relata um resultado negativo", disse à Folha a geneticista Lygia da Veiga Pereira, da USP, que não esteve envolvida no estudo, a ser publicado neste mês na revista "Cell".
As chamadas quimeras, como são conhecidos os bichos resultantes da fusão de dois organismos diferentes, surgiram como ferramenta para estudar doenças.
O truque usual para criá-los é alterar geneticamente células-tronco embrionárias, capazes de se transformar em qualquer tecido do organismo, mexendo em genes ligados à doença de interesse.
Essas células, então, são injetadas num embrião. O animal --em geral, um roedor-- que nasce da mistura terá as descendentes das células alteradas espalhadas por todo o seu corpo, simulando a doença. E macacos desse tipo seriam o simulador ideal de um problema de saúde humano, por seu parentesco com o homem.
Contudo, no estudo do Oregon, liderado por Shoukhrat Mitalipov, esse truque falhou. Os cientistas tiveram de usar embriões inteiros de quatro células para produzir seus macacos-resos quiméricos.
"Não seria prático tentar produzir primatas para servir de modelos de doenças dessa maneira. No método tradicional, usamos uma enorme quantidade de células-tronco, porque nem sempre a modificação genética desejada dá certo", afirma Pereira.
No método da pesquisa da "Cell", seria preciso produzir uma quantidade muito grande de embriões para ter algum resultado, portanto --coisa difícil com o ciclo reprodutivo lento dos primatas.
Mas o estudo é importante por mostrar que nem sempre o que se sabe sobre células-tronco com base em roedores vale para primatas como macacos e seres humanos.
Fonte: http://www.folha.uol.com.br
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Dia da Àrvore ...
Hoje dia 21 de Setembro, é comemorado o Dia da Árvore.
Uma planta permanentemente lenhosa de grande porte. Por grande porte, embora não exista uma definição consensual, costuma-se entender uma altura mínima de seis metros na maturidade. As árvores têm ramos secundários, o que as distingue das palmeiras, portanto apenas as gimnospermas e angiospermas dicotiledôneas lenhosas são chamadas árvores. As palmeiras são angiospermas monocotiledôneas.
Entre outros atributos, as árvores se caracterizam por ter raiz pivotante, caule lenhoso do tipo tronco, que forma ramos bem acima do nível do solo. Os arbustos, além do menor porte, podem exibir ramos desde junto ao solo.
Muitas ordens e famílias botânicas têm árvores entre seus representantes, portanto as árvores têm grande variedade de formas de copa, folha, flor, fruto, estruturas reprodutivas, tipo de madeira, que são inclusive usados na identificação da espécie.
As árvores primitivas foram samambaias e cavalinhas arbóreas do Carbonífero. As samambaias arbóreas ainda existem, como o xaxim. No Triássico apareceram coníferas, ginkgos, cicas e outras gimnospermas, e no Cretáceo apareceram as angiospermas (plantas com flores).
Um pequeno grupo de árvores crescendo juntas forma um bosque, e um ecossistema complexo formado por várias espécies de árvores e outros vegetais é uma floresta. Muitos biótopos são caracterizados pelas árvores que os formam, como é o caso da mata de pinhais do sul do Brasil, e da floresta tropical pluvial. Já o cerrado e as savanas do mundo todo são campos salpicados aqui e ali por árvores xerófitas.
A árvore é formada por raiz, caule, e folhas e podem ter ou não flores e frutos. O caule tem, além dos tecidos de suporte, o xilema e floema, para transportar substâncias, ou seja as árvores são vasculares.O xilema transporta seiva bruta que é composta por água e sais minerais retirados do solo e vai da raiz até as folhas.Já o Floema transporta a seiva elaborada composta por água, sais minerais e glicose.
Em Portugal, certas árvores são classificadas de interesse público. Os critérios são, as árvores centenárias, todas as "que pela sua forma ou estrutura criem admiração a quem as contempla" e "todas aquelas árvores em que se faça prova documental que estão associadas a factos históricos relevantes".
Os critérios de classificação aplicados actualmente foram definidos em 1938 (Decreto-Lei n.º 28468, de 15 de Fevereiro) e privilegiam o porte - dimensões do tronco, da copa e da altura da árvore -, a idade e a raridade dos exemplares.
Em Portugal estão classificadas 377 árvores isoladas e 68 arvoredos. Estão por todo o país. No centro das cidades, das aldeias, em jardins públicos ou em terrenos particulares.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal
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