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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Releitura de Ivan Cruz - Colagem

Neste mês das crianças, as aulas de artes foram mais divertidas, meus alunos fizeram uma releitura das obras de Ivan Cruz. O tema foi proposto pela Coordenação da escola, o qual escolheu o tema "brincadeiras". As crianças de divertiram muito com estas obras, podendo apenas usar cola, tesoura e papeis coloridos. Eu amei todas as obras. Veja a seguir o resultado:













Confira algumas curiosidades deste artista maravilhoso, clicando sobre nos links abaixo: 
BIOGRAFIA DE IVAN CRUZ

terça-feira, 8 de abril de 2014

Resgatando Brincadeiras Antigas

Antigamente as crianças não tinham tantos brinquedos como as de hoje e, por isso, tinham que usar mais a criatividade para criá-los.
Usavam tocos de madeira, pedrinhas, legumes e palitos para fazer animais, além de brincadeiras como amarelinha, cinco Marias, bolinha de gude, cantigas de roda, passa anel, roda pião, empinar pipa, dentre várias outras e, assim, se divertiram por décadas e décadas.
Com os avanços da modernidade, a tecnologia trouxe brinquedos que não exigem a criatividade das crianças, pois elas já encontram tudo pronto.
Uma boa sugestão para comemorar o dia das crianças é a família fazer um levantamento das brincadeiras do tempo de seus pais e de seus avós, aproveitando para se distraírem com seus filhos, ensinando-os outras formas de diversão e as possibilidades de se criar jogos e brincadeiras. O mais importante disso? Ensiná-los que para brincar não precisamos gastar.
Assim, apresentamos aqui algumas sugestões de jogos e brincadeiras antigas:

- Cinco Marias: essa brincadeira constitui em, primeiramente, procurar cinco pedrinhas que tenham tamanho aproximado ou confeccionar saquinhos e recheá-los com arroz ou areia. Primeira rodada: jogue todas as pedrinhas no chão e tire uma delas (normalmente se tira a pedrinha que está mais próxima de outra). Depois, com a mesma mão, jogue-a para o alto e pegue uma das que ficaram no chão. Faça a mesma coisa até pegar todas as pedrinhas. Segunda rodada: jogue as cinco pedrinhas no chão, depois tire uma e jogue-a para o alto, porém, desta vez, pegue duas pedrinhas de uma vez, mais a que foi jogada para o alto. Repita. Terceira rodada: cinco pedrinhas no chão, tira-se uma e joga-se para o alto pegando desta vez três pedrinhas e depois a que foi jogada. Última rodada: joga-se a pedrinha para o alto e pega-se todas as que ficaram no chão.

- Roda: em roda, cantem canções antigas e façam os gestos e representações delas. Lembramos de algumas músicas como atirei o pau no gato, ciranda-cirandinha, a linda rosa juvenil, a galinha do vizinho, a canoa virou, eu entrei na roda, cachorrinho está latindo, o meu chapéu tem três pontas, pai Francisco, pirulito que bate bate, samba lelê, se esta rua fosse minha, serra serra serrador, etc.

- Escravos de Jó: dois participantes cantam a música “escravos de jó, jogavam caxangá, tira, põe, deixa ficar, guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá”. Cada um com uma pedrinha na mão vai trocando-as e fazendo o que diz a música.

- Amarelinha: risca-se a amarelinha no chão, de 1 a 10, fazendo no último número um arco para representar o céu. Pula-se com um pé só, dentro de cada quadrado.

- Pião: um pião de madeira enrolado num barbante. Puxa-se a ponta do barbante e este sai rodopiando. A grande diversão é observar o pião rodando.

- Passar anel: os participantes ficam com as mãos juntas e um deles com um anel escondido. A pessoa que está com o anel vai passando suas mãos dentro das mãos dos outros participantes até escolher um deles e deixar o anel cair em suas mãos, sem que os outros percebam. Depois escolhe uma pessoa e pergunta-se “fulano, com quem está o anel?” e a pessoa escolhida deve acertar.

- Pula corda: duas pessoas batem a corda e outra pula. Durante a execução da brincadeira os batedores vão cantando “um dia um homem bateu na minha porta e disse assim: senhora, senhora, põe a mão no chão; senhora, senhora, pule de um pé só; senhora, senhora, dê uma rodadinha e vá pro meio da rua”. Ao final, o pulador deve sair da corda sem errar.

 - Bolinha de gude: essa brincadeira tem várias formas de se jogar, como box, triângulo, barca e jogo do papão, onde os participantes devem percorrer determinados caminhos, batendo uma bolinha na outra e, ao final, acertar as caçapas.

- Empinando pipa: escolha um local adequado e amplo, onde não tenha fios de energia elétrica. A pipa vai subindo com o vento e os participantes ficam observando-a ao longe. Algumas pessoas usam cerol, uma mistura de cola com caco de vidro, para cortar os fios das outras pipas. Porém, a brincadeira dessa forma torna-se perigosa, podendo causar acidentes graves. Assim, use-a apenas para se divertir evitando usar o cerol, mesmo que alguém lhe dê o preparado.

- Batata quente: os participantes sentam-se em círculo e uma pessoa fica de fora. Vão passando uma bola, bem rápido, de mão em mão e o que está de fora, de costas para o grupo, grita “batata quente, quente, quente, ..., queimou!”. Quem estiver com a bola quando o colega disser ‘queimou’, é eliminado da brincadeira. O vencedor será aquele que não for eliminado.

Por Jussara de Barros - Graduada em Pedagogia

Fonte: http://www.brasilescola.com/dia-das-criancas/resgatando-brincadeiras-antigas.htm

terça-feira, 20 de setembro de 2011

PLANO DE AULA: Experimentação de brincadeiras com corda ...

Objetivo - Experimentar brincadeiras com corda Material necessário Cordas de vários tamanhos Flexibilização Sugira que passem por baixo da corda no momento certo, enquanto está no alto e antes que volte a bater no chão. Esta é uma importante oportunidade de convocar as outras crianças a auxiliá-las, sendo elas cadeirantes ou não. Outra sugestão, caso não seja mesmo possível participar ativamente, é fazer com que a escolha e a récita da parlenda fiquem por conta dos pequenos com deficiência física. É importante lembrar que nem sempre será possível fazer um ajuste que permita o acesso de todos a estas atividades. Mais que isso, é preciso que a reflexão e o compromisso por parte das crianças com a inclusão de todos os seus colegas façam parte da rotina das turmas. Muitas vezes, são as próprias crianças (os que apresentam limitações e os outros) que nos oferecem as melhores ideias. Tente consultá-los, sempre. Desenvolvimento Proponha que a turma vivencie várias maneiras de pular corda: uma criança por vez, em dupla e em trios. Também é possível brincar diversificando as regras, como pular ao ritmo de uma parlenda ou pular tocando a mão no chão. Converse com o grupo sobre outras brincadeiras que podem ser realizadas com o objeto: chicote queimado (uma criança gira a corda rente ao chão e as demais pulam), aumenta-aumenta (duas seguram as pontas da corda e vão levantando gradativamente para que as outras saltem) e cabo de guerra. Avaliação Observe se a turma aprimora e diversifica o brincar com autonomia a partir de então. Observe se a adaptação das regras se dá em função das dificuldades que surgem ou porque o grupo não compreendeu a brincadeira nova. Nesse caso, converse com as crianças novamente. Fonte: Revista Nova Escola

Trabalhando com o filme: Boleiros - Era uma Vez o Futebol...

Introdução Em um bar, ex-jogadores de futebol se encontram para relembrar histórias do tempo em que ainda atuavam como profissionais. Entre episódios tristes, engraçados e reflexivos, eles traçam um panorama do esporte mais popular do Brasil sob o olhar ingênuo do passado. "O grande barato de Boleiros - Era uma Vez o Futebol... é valorizar o futebol na nossa cultura", afirma Fábio Luiz D'Angelo, coordenador pedagógico do Instituto Esporte & Educação, em São Paulo. Ele reflete que há no esporte atualmente uma valorização demasiada do profissionalismo, enquanto o prazer e a diversão ficam em segundo plano. Objetivo Analisar o futebol por uma perspectiva cultural e com base nos elementos que o compõem, como os próprios jogadores, os técnicos, os jornalistas esportivos e os torcedores. Conteúdos História do futebol brasileiro e formas como ele era jogado e aprendido antigamente. Trechos selecionados Uma cena marcante do filme está no episódio contado por um dos ex-jogadores sobre um menino pobre que ganha a chance de treinar com ele em uma escolinha, onde era treinador. Enquanto os outros garotos aprendiam driblando cones, ele já sabia todos os passes (30m00s a 39m35s). Esse episódio é contado por um ex-jogador do São Paulo Futebol Clube e chama a atenção justamente por trazer uma criança como protagonista. Atividade Exiba o trecho destacado e, em seguida, organize um debate com os alunos sobre como se aprende a jogar futebol hoje e como era antigamente. Comente que o futebol não se aprende só com táticas e treinos técnicos, mas também entre amigos. Na quadra, apresente brincadeiras tradicionais com a bola, como bobinho, artilheiro e caixote, e estimule o prazer de jogar apenas pela atividade física. Avaliação Incentive a troca de experiências entre os alunos sobre as brincadeiras que eles conhecem que envolvem o futebol e verifique se ampliaram seu universo futebolístico. A avaliação pode ser feita então pelo envolvimento em um jogo em quadra. Fonte: Revista Nova Escola

Trabalhando com o filme: Carros

Introdução Relâmpago McQueen é um carro de corridas que tem a ambição de ser o primeiro estreante a vencer a Copa Pistão. Já em sua temporada inicial, se torna um astro, o que o faz acreditar que não precisa da ajuda de ninguém. Sem equipe na última corrida do campeonato, Relâmpago perde seus dois pneus na última volta. Para o professor Fabio Luiz D'Angelo, coordenador pedagógico do Instituto Esporte & Educação, em São Paulo, as crianças são inseridas desde cedo na cultura de que é preciso ganhar sempre. “Pelo contrário, o esporte não é só competição. Carros é um bom estímulo para discutir a cooperação no esporte.” Objetivos Valorizar a prática esportiva como uma atividade coletiva e não apenas como competição. Ampliar o repertório de jogos, incluindo os que dependem do coletivo. Conteúdos Jogos e brincadeiras, como amarelinha, pular corda e outros, que podem ser compartilhados. Trechos selecionados Cenas em que Relâmpago estoura como astro das pistas (cena 1- 9m23s a 13m40s; cena 2 -16m16s a 19m45s). Cena em que Relâmpago, à frente na última corrida, decide parar e ajudar o seu companheiro mais velho depois de um acidente (1h32m29s a 1h46m04s). Atividade Comece a atividade exibindo os trechos citados. Organize com a meninada o mapeamento de jogos e brincadeiras realizados em grupo. Divida as crianças em equipes e peça que redijam as regras das modalidades citadas e as ilustrem. Com esse material, construa um painel sobre jogos coletivos indicados pela sala, que pode ser exposto no corredor para a consulta das demais turmas. Avaliação Avalie se as crianças ampliaram seu repertório de jogos e se, durante o intervalo, passaram a brincar com as novas modalidades aprendidas. Analise ainda se elas incorporaram uma rotina de convivência cooperativa. Fonte: Revista Nova Escola